Como trabalhar inteligência emocional nas escolas

A escola é um dos ambientes onde a criança passa a maior parte do tempo, portanto, esta deve exercer função ativa de formadora desses cidadãos, assim como a própria família.

Essa formação vai muita além da aplicação de disciplinas tradicionais, como Português, Matemática, História. Não é somente de boas notas que se forma um indivíduo. Muitas vezes vemos alunos com excelente notas, mas que tem dificuldade em apresentar trabalhos ou realizar atividades em grupo ou até mesmo que por conta do nervosismo não consegue se sair bem nas provas, mesmo que tenha se esforçado nos estudos.

O estímulo da Inteligência Emocional, quando realizado desde cedo, irá auxiliar no desenvolvimento de habilidades que permitam aos alunos conhecer as próprias emoções e aprender a lidar com elas da melhor maneira possível, assim como influenciar diretamente no aprendizado cognitivo dos jovens.

Para tanto, é necessário colocar o aluno no centro do processo e construir estratégias para que ele possa aprender a ser, a conviver, a conhecer e a fazer.

A importância das aptidões emocionais na formação profissional

“Com o passar do tempo, estudos a respeito da excelência humana comprovaram que as pessoas com QI excepcional não eram, obrigatoriamente, bem-sucedidas profissionalmente. Enquanto outras com QI Moderado, mas dotadas de determinadas competências emocionais, sobressaiam-se em suas carreiras. Aspectos como empatia, autogestão, proatividade e flexibilidade passaram a pautar a condição de bem-sucedido no mercado de trabalho.”

Essa notícia foi publicada há sete anos e exemplifica bem a maneira como os requisitos das chamadas aptidões profissionais foram transformadas ao longo das últimas décadas. Atualmente as empresas valorizam muito profissionais com um QE (Quociente Emocional) elevado, que saibam escutar, debater, argumentar e entender diferentes pontos de vista.

Como aplicar essas metodologias nas salas de aula?

A melhor maneira de aplicar a inteligência emocional nas escolas é através de atividades que não pareçam uma obrigação para as crianças. Afinal, não existe melhor maneira de se ensinar algo para os jovens do que com brincadeiras, não é mesmo?

No LIV, montamos um programa com atividades distintas e complementares, embasadas em estudiosos como Haword  Gardner, Piaget, Vigotsky e Winnicot, para auxiliar na formação dos alunos. Portanto, o desenvolvimento das habilidades socioemocionais ocorrerá a partir de atividades conectadas à Inteligências Múltiplas dos jovens. Para que isso ocorra de maneira didática e interativa incluímos em nosso currículo personagens, jogos, projetos colaborativos, leitura orientada, reflexão e o uso de minisséries exclusivas.

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