habilidades socioemocionais

Habilidades socioemocionais são a chave para empregos do futuro

O mercado de trabalho é um ambiente extremamente competitivo, que busca profissionais preparados para enfrentar não apenas os desafios previstos, mas também aqueles que aparecem sem avisar. Para ser bem-sucedido nesse contexto, conhecimento técnico já não é suficiente. É preciso desenvolver também habilidades socioemocionais.

Inúmeras pesquisas demonstram que as empresas, principalmente as grandes corporações, atualmente valorizam mais os profissionais que apresentam inteligência emocional para lidar com os desafios do trabalho do que os profissionais que dominam apenas os aspectos técnicos de sua profissão.

Diante desse cenário, já é unânime entre especialistas que as habilidades socioemocionais são a chave para empregos do futuro. E, na ponta oposta, aqueles que não estiverem adequados à essa nova realidade correm o risco de perder espaço no mercado de trabalho.

Entenda o por quê da valorização das habilidades socioemocionais

Quem já participou de processos seletivos teve a chance de identificar a importância dada para as competências comportamentais dos candidatos. Muitos desses processos, inclusive, focam somente nisso durante a seleção. Em geral, as empresas buscam pessoas com habilidade para trabalhar em grupo, que sejam resilientes, tenham capacidade de autoliderança e automotivação, dentre outras competências.

É claro que um diploma e capacidades técnicas também são importantes, mas o que se percebe é uma procura constante pelo profissional completo. Ter um diploma praticamente passou a ser o mínimo esperado para entrar na concorrência por uma vaga.

Acredita-se que os profissionais que apresentam maior inteligência emocional são mais propícios a realizarem melhores entregas, ficam mais focados no resultado e não sofrem “distrações” causadas por suas emoções, o que pode interferir em sua capacidade produtiva.

Como se preparar

Para ter uma carreira de sucesso é indispensável que o profissional possua inteligência emocional. Cabe ao indivíduo, portanto, buscar esse desenvolvimento. O melhor período para formar esse perfil é durante a infância, mas isso não impede que jovens e adultos trabalhem habilidades como proatividade, pensamento crítico e perseverança em seu dia a dia.

Também não significa que emoções como raiva, inveja e medo, dentre outras, devam ser escondidas embaixo do tapete. Na realidade, a inteligência emocional pressupõe reconhecer as próprias emoções (mesmo as desagradáveis) e lidar com elas de modo que não afete o relacionamento com os demais.

A principal maneira de se preparar para os empregos do futuro e desenvolver as competências comportamentais exigidas pelo mercado de trabalho é confrontando os desafios do dia a dia, aprendendo a lidar com emoções adversas de forma natural.

Em vez de negar seus sentimentos, busque entender o que pode estar causando certo incômodo e, principalmente, como as pessoas ao seu redor podem estar sendo afetadas por isso. Pensar sobre como o outro se sente em uma determinada situação é um dos hábitos que devem ser trabalhados por todos aqueles que buscam maior inteligência emocional.

Refletir sobre as próprias ações e assumir responsabilidade por elas, assim como identificar diferentes perspectivas sobre um mesmo tema também são maneiras de demonstrar um alto nível de inteligência emocional. Além disso, aqueles que observam atentamente o entorno e estão abertos a defender as próprias ideias sem ignorar as de seus colegas são os que mais se destacam nos ambientes de trabalho.

Pode ser que no início seja difícil agir dessa maneira, principalmente em empresas que ainda não desenvolveram essa cultura, mas não se esqueça que a melhor maneira de criar hábitos é através da prática. Pratique inteligência emocional e ela fará parte da sua vida.

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