Respeito às diferenças

Respeito às diferenças: um depoimento da Escola Crescimento

A Escola Crescimento começou como uma escola de bairro na cidade de São Luís, no Maranhão, e há 30 anos vem expandindo e se tornando uma referência de ensino na região. Com foco em inovação e sempre ligados nas mudanças do século XXI, desde 2016 os educadores e alunos do colégio contam com o programa LIVLaboratório Inteligência de Vida na grade curricular.

Para a escola, o LIV serve como um suporte para fortalecer o conhecimento de seus alunos a respeito das habilidades socioemocionais, formando os estudantes para desenvolverem melhor sua comunicação, colaboração, criatividade, pensamento crítico, proatividade e perseverança e, além disso, prepará-los para enfrentar dificuldades que possam surgir ao longo da vida acadêmica, profissional e pessoal.

Segundo Karolinne Lopes, gestora pedagógica da Escola Crescimento, a instituição vê os jovens como uma geração conectada e que precisa de atenção tanto presencialmente quanto no universo virtual. Durante o Congresso Socioemocional LIV 2018, ela contou mais sobre como o LIV vem ajudando nesse sentido. Confira no vídeo ao final deste texto!

O respeito às diferenças na Escola Crescimento

Além de se conectar com a realidade de seus estudantes, os educadores da Escola Crescimento também estão sempre ligados para falar com seus alunos sobre a importância de respeitar as diferenças. Para isso, aproveitam as aulas tanto de LIV quanto de outras disciplinas para conversar e promover a conscientização sobre o respeito ao próximo e o bom convívio interpessoal.

Para falar nesse assunto, a instituição promove projetos que envolvem ações diretas das crianças e dos jovens. Segundo Karolinne, dois desses trabalhos se destacam: o “Projeto Crianças Mudam o Mundo” e o “Projeto Histórias de Superação”. Ambos envolveram os alunos e suas famílias na leitura de livros e momentos de reflexão a partir das narrativas lidas, fortalecendo a parceria entre a família e a escola e abrindo espaço para dialogar sobre as diferenças.

Para entender mais sobre como foram executados esses projetos, assista ao depoimento de Karolinne Lopes para o Congresso Socioemocional LIV 2018.

 

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